Brokeback Mountain

February 11, 2006


Muito bom. Intenso. Excelente performance de Jake Gyllenhaal e Heath Ledger.

Este filme deita por terra aquele conceito de Cowboy-não-homosexual e Gay-não-macho.

Mas deixo a seguinte pergunta no ar: para quando poder-se ver num cinema português uma cena homosexual sem se ouvirem risotas no público?

Recomendo vivamente.

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7 Responses to “Brokeback Mountain”

  1. Anonymous Says:

    Faz-se bom cinema em Portugal, pena é que algumas mentalidades tenham parado no século passado. É preciso um querer muito forte para derrubar todos os preconceitos…. Um abraço

  2. Cátia Says:

    Também quero muito ver este filme. Em relação às mentalidades não há nada a fazer, só esperar mais alguns anos, os tais que estamos atrasados em relação ao resto da Europa. em Portugal perde-se muito tempo a criticar a vida dos outros e pouco a tenter perceber os outros. Enfim… um dia a mentalidade há-de mudar.

  3. Abel Says:

    O que é que se passa contigo, meu?!

  4. Abel Says:

    Ó meu amigo, não havia nexexidade
    Eu não tenho nada a ver com isso… Respeito as opções sexuais de cada um, mas acho que o filme (ainda não o vi) não passa de publicidade directa, agressiva e desnecessária ao lobby gay. Eu que sou heterossexual não faço publicidade às façanhas másculas. Acho que é uma questão de bom senso… E o bom senso deve imperar nas relações sociais entre os hetero e os homo. Nada me move contra a dita fauna. Mas, esta questão é muito, muito delicada. De minoria oprimida, violentada e reprimida, vão passar para minoria opressora, violentadora dos direitos dos outros e repressora. Tudo isto porque, o gay que é gay e que vive feliz não precisa de publicidade, não precisa de uma máquina de propaganda tão forte e eficaz como o cinema americano, não precisa de espírito de solidariedade para as suas opções.
    Os que usam esses mecanismos para imporem o seu raciocínio e o seu modo de vida contra-natura à sociedade em que se inserem não passam de bichonas desvairadas e com uma necessidade exponencial de afirmação.
    Os gays, que em primeiro lugar se respeitam a si mesmo, merecem o meu respeito.
    A bicheza merece, simplesmente, o desprezo.

  5. Ric Jo Says:

    Abel, eu tb os respeito. Admito que me faz alguma confusão ver dois homens ao vivo a beijarem-se. Mas tb me faz às vezes confusão ver um casal heterossexual a fazê-lo…. ;) E admito que tenho reservas quanto à possibilidade de um casal homossexual poder adoptar uma criança, mas quanto ao cassamento, estou todo a favor.
    O director do filme em qustão (Ang Lee), que eu saiba, não é homossexual nem defensor público/defensor de algum movimento assumido de tal \”comunidade\”, portanto não creio que o objectivo dele fosse a propaganda, mas antes o de provocar reacções numa sociedade tão conservadora como é a dos E.U.A em geral e do Texas em particular. E conseguiu-o.

    Concordo que quanto mais falamos dos direitos dos homessexuais, mais diferentes estamos a tratá-los. A melhor maneira de os aceitarmos é de uma maneira normal, tal qual aceitamos os restantes heterosexuais. Fazer da homossexualidade muito alarido é precisamente fazer o contrário de aceitá-los tal como são e de viver em comunidade com eles sem qualquer espécie de diferença. Pheeeeeewwww….!

  6. Elvira Says:

    Adorei! Um filme excelente, sensível…

  7. cvarao Says:

    completamente.. em pleno séc XXI é ridículo… \”perconceituice\” (para enfatizar \”perconceito\”) parva…


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